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16 de agosto de 2018

Varejo paulista deve ter melhores resultados no segundo semestre de 2018


De acordo com FecomercioSP, foram eliminados 5.808 empregos em junho

O esperado impacto positivo da injeção do décimo terceiro salário e as almejadas vendas natalinas trarão resultados positivos ao comércio varejista paulista no segundo semestre. Apesar da projeção, a incerteza presente no cenário atual exige planejamento do quadro funcional das empresas do setor, pois mão de obra é investimento de médio e longo prazos.

A análise da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é de que o empresário avalie se a evolução das receitas deve se converter em aumento imediato do quadro de funcionários.

Em junho, os empresários varejistas do Estado de São Paulo se mostraram bastante receosos em investir em mão de obra formal. A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP Varejo) aponta que, no mês, foram eliminados 5.808 empregos. Com isso, o estoque ativo de vínculos empregatícios ativos atingiu 2.055.480.

Apenas as concessionárias de veículos apontaram saldo positivo (170 novos vínculos celetistas) entre as nove atividades analisadas. Destacaram-se negativamente as lojas de vestuário, tecidos e calçados (-1.798 vagas), o grupo de outras atividades (-1.387 vagas) e o varejo de materiais de construção (-1.217 vagas). Considerando apenas os resultados apurados no mês de junho, observa-se que o saldo negativo de 2018 é o pior desde 2015, quando foram eliminadas 6.810 vagas formais.

A FecomercioSP ressalta que os dados ainda refletem o impacto da greve dos caminhoneiros, o desemprego ainda elevado, a proximidade das eleições e as projeções de desaceleração do crescimento da economia brasileira. Confira a matéria completa aqui.

 

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