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14 de janeiro de 2019

Após aumento de empregos em novembro, varejo deve avaliar quadro funcional para 2019


FecomercioSP ressalta que empresário precisa ter em mente que o custo da mão de obra é fixo e vale a pena se a projeção de vendas for positiva para os próximos meses

O otimismo em relação ao Natal e as perspectivas positivas de crescimento nas vendas para 2019 acelerou a geração de emprego no fim do ano passado no varejo paulista. Apesar do bom desempenho, o empresário deve ter em mente que o custo da mão de obra é fixo e vale a pena se a projeção de vendas for positiva para os próximos meses.

Em novembro, o mercado de trabalho comércio varejista do Estado de São Paulo criou 23.453 empregos com carteira assinada. É o maior saldo mensal do varejo desde novembro de 2014, segundo a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP Varejo), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

A pesquisa é feita com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e no impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

No mês, o estoque ativo do varejo paulista atingiu 2.097.783 vínculos empregatícios – o maior patamar de empregos desde janeiro de 2016. O resultado foi puxado pelo setor de supermercados, que abriu 10.950 vagas, e pelas lojas de vestuário, tecido e calçados, criadoras de 6.350 postos. A única redução ocorreu nas lojas de autopeças e acessórios (-67 vagas). Confira a matéria completa aqui.

 

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